Luta por benefícios não é de agora!

A luta contra os impecílios não vem de agora. Já em 2010 na busca por melhorias salatiais enfrantamos ações excusas, clique e relembre.

Reunião com o "representante" para reivindicações - 2011

Em reunião com o "reprensentante" da categoria cobramos posiocionamento em relaçõa à algumas demandas pontuais em relaçõa à PMDF.

Primeira carreata da cobrança - maio de 2011

O RECADO FOI DADO, CARREATA DA COBRANÇA.

MAIS DE 10 MIL PMs E BOMBEIROS SE REÚNEM NA PRAÇA DO RELÓGIO

PARABÉNS AOS COLEGAS PELA DEMONSTRAÇÃO DE UNIÃO, PARTICIPAÇÃO E DISCIPLINA.

Várias reuniões em busca de melhorias para as categorias- 2012

Resultado da reunião com a bancada dos deputados federais e senadores do DF com o Movimento Unificado da PM e BM, ocorrida na Câmara dos Deputados.

Convocação para mobilização 2010

Sempre buscamos esclarecer e mostrar os melhores meios possíveis para o êxito das reividicações.

Maior assembleia PM e BM DF

PMs e Bombeiros Militares de Brasília realizam o maior movimento reivindicatório já registrado no DISTRITO FEDERAL.

25 de ago de 2016

Policiais civis do DF votam por continuar mobilizados

Com isso, os serviços nas delegacias continuam prejudicados. Na próxima quinta-feira (1/9), às 14h, os profissionais se reúnem em uma nova assembleia, na Praça do Buriti


 postado em 25/08/2016 20:30 / atualizado em 25/08/2016 20:43


Em assembleia realizada na tarde desta quinta-feira (25/8), os policiais civis do Distrito Federal decidiram manter a Operação PCDF Legal até que o GDF apresente uma nova proposta. Com isso, os serviços nas delegacias continuam prejudicados. Apenas ocorrências são registradas nas unidades.

A decisão tomada por cerca de 3 mil policias civis levou em consideração a não apresentação de uma nova proposta pelo governo. A categoria reivindica a equiparação salarial com a Polícia Federal, que recebeu um reajuste de 37%.  Com o não atendimento da demanda, desde então, os policiais iniciaram uma série de movimentos, como a paralisação de 48 horas de atendimentos nas delegacias e também a entrega dos cargos de confiança.

Representantes do GDF e sindicatos de policiais civis se reuniram nesta quarta-feira (24/8)* com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Depois do encontro, o Executivo se comprometeu a apresentar na próxima quarta-feira (31) uma nova proposta à categoria.


O governo também decidiu não publicar a exoneração dos cargos de confiança no Diário Oficial do DF. A categoria sinalizou a entrega de 1 mil ocupações de chefia e exigia a publicação do documento. De acordo com o Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol-DF), desde a ação, as investigações passaram a demorar entre três e quatro dias, devido à falta de chefes nas delegacias. Na próxima quinta-feira (1/9), às 14h, os profissionais se reúnem em uma nova assembleia, na Praça do Buriti.



Fonte: Correio Braziliense

23 de jun de 2016

POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES DO DF SE ORGANIZAM PARA REUNIREM EM PRAÇA PÚBLICA.


A segurança pública do DF volta ser uma questão de preocupação para a população. Em meio à crise econômica vivida pelo país, policiais civis e militares e bombeiros pressionam o Executivo local para reajuste nos salários. As duas últimas categorias exigem a equiparação do índice percentual aplicado aos salários das Forças Armadas, de 27,9%.
A folha de pagamento mensal do GDF em todas as áreas é de R$ 1,69 bilhão. O Correio apurou que, se as forças de seguranças conquistarem o reajuste como pleiteado, o impacto seria de R$ 507 milhões no primeiro ano e de R$ 692 milhões por ano, ao fim do terceiro. Existe uma grande preocupação com a repercussão interna desse reajuste, pois o governo está no limite prudencial de gastos com pessoal estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Hoje, o GDF gasta 47,08% da receita corrente líquida com o pagamento da folha. Se esse percentual crescer, o Executivo pode superar o teto da LRF, o que aumentaria as restrições impostas, como a proibição de contrataçõesNa manhã de ontem, representantes de associações ligadas ao Corpo de Bombeiros e à Polícia Militar do DF se reuniram com o presidente regional do PMDB, Tadeu Filippelli — assessor e interlocutor do presidente em exercício, Michel Temer, no DF —, a fim de discutir o aumento salarial das categorias de segurança pública. 

O objetivo é buscar apoio de grupos políticos para levar a proposta até o governador Rollemberg. Segundo o coordenador do Fórum das Associações, coronel Mauro Manoel Brambilla, os militares entraram em contato com deputados da bancada da segurança, como os distritais Wellington Luiz (PMDB) e Roosevelt Vilela (PSB) e os federais Laerte Bessa (PR) e Alberto Fraga (DEM).

Brambilla afirma que a proposta de reajuste vem sendo discutida pelo grupo desde o início do ano, mas, até agora, as categorias não foram recebidas pelo governador para negociação. “Em abril, tivemos uma reunião com o comandante-geral da PM (Marcos Antônio Nunes de Oliveira) e, desde maio, aguardamos o retorno da secretária de Segurança do DF (Márcia de Alencar). Na última semana, protocolamos um pedido de audiência com o governador e estamos aguardando. Esperamos que sejam dados os mesmos percentuais oferecidos à Polícia Civil e aos antigos Ex-Territórios, concedido pelo Governo Federal, tendo em vista a nossa lei de vencimento a 10486 ser a mesma dos componentes da segurança pública dos antigos territórios, portanto não tem motivo do tratamento diferenciado, também é importante que a população saiba que o reajuste do seguimento da segurança pública do DF, não implica na lei de responsabilidade fiscal, tendo em vista a fonte pagadora é o fundo constitucional criado para essa finalidade. Esse é um argumento que os governos de Brasília sempre utilizam para jogar a população contra os policiais civis, militares e os bombeiros do DF, afirma RICARDO PATO, presidente da associação dos subtenentes e sargentos da PMDF e CBMDF.




Por enquanto, esperamos, no mínimo, a abertura do diálogo”, argumentou.


Policiais militares aguardam o posicionamento do Governo de Brasília acerca do reajuste salarial da categoria, neste ano. Os militares afirmam ter entregue, em maio, proposta ao comandante-geral da PMDF, Coronel Marcos Antônio Nunes de Oliveira, a qual também beneficia o Corpo de Bombeiros. Eles esperam que sejam dados os mesmos percentuais oferecidos à Polícia Civil e aos antigos Ex-Territórios, concedido pelo Governo Federal.

“Aqui no Distrito Federal não foram tratados os interesses do seguimento de segurança pública. Não teve abertura de diálogo por parte do governo. É um silêncio ensurdecedor”, lamenta o Coronel Brambilla. Devido a inercia do governo local em atender as associações representativas e lideranças da PMDF e CBMDF, o deputado Alberto Fraga convocou uma reunião com os militares das duas corporações e determinou um prazo até o dia 05 de julho para que o governo se manifeste sobre o assunto, caso contrário as duas categorias voltarão a se mobilizar em praça pública e cobrarão tratamento isonômico aos oferecidos aos militares dos EX-TERRITÓRIO. Segundo ele, apesar da preocupação, a chamada operação tartaruga não é descartada. 









31 de mai de 2016

AUDIENCIA PÚBLICA SOBRE O FUNDO CONSTITUCIONAL REALIZADA NO DIA 31 DE MAIO DE 2016.

Amigos policiais e bombeiros do DF, em audiência pública realizada na câmara legislativa no dia 31 de maio de 2016, Eu e o Cel Brambila  falamos em nome do Fórum das Associações, cobrando das autoridades presentes recursos que assegurem aos policiais e bombeiros do DF, dinheiro para a reposição das nossas perdas inflacionárias relativas aos anos de 2015 e 2016, bem como para a realização dos cursos do CAP E CAEP,  para a saúde, promoções, reposição do efetivo e investimentos na compra de coletes e viaturas de modo a garantir maior segurança aos nossos policiais e bombeiros quando no exercício da profissão.
Confiram no vídeo e nas fotos.  Enquanto alguns preferem ficar tirando fotos dizendo que são responsáveis por estas conquistas, nós buscamos recursos para a realização das mesmas, por que sem dinheiro nada disso acontecerá.
Ass. Ricardo Pato.

A luta continua.

REVISTA ELETRÔNICA AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA SOBRE A O FUNDO CONSTITUCIONAL







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